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Esse tema é algo muito pessoal, cada um tem em sua mente o que seria para si um “amor cego”, mas qual seria relação entre eles?

No meu ponto de vista acredito que a loucura e o amor se encontram em uma determinada fase do relacionamento, que é quando nada mais dá certo e só uma das pessoas está ali presente na relação e acaba se tornando algo mais obsessivo.

Há uma teoria sobre “as 3 fases do amor”, a 1° é aquela “paixonite escolar” todos os sentimentos a flor da pele, mas quando acaba você descobre que não era tudo isso; a 2° é o relacionamento que podemos chamar de obsessivo, você acha que aquela pessoa é a certa porque ela faz você acreditar nisso no começo, mas de repente tudo muda, nada é como antes, e se torna algo sombrio e forçado; já a 3° é quando você acha a pessoa certa, ela não vai fingir nada e nem vai forçar nada, vai ser tudo natural e leve, poderíamos chamar de “almas gêmeas”. É possível viver a mesma fase repetidas vezes até chegar a 3º, como também é possível pular algumas fases, mas no fim sempre vai dar certo, mesmo que demore, isso exige paciência.

E por que estou falando disso? A relação do amor cego e da loucura se encontram nessas fases. Na 1 é mais “infantil” digamos assim, são coisas simples que ás vezes carregam algum significado mas que não dura muito tempo, um exemplo seria os famosos bilhetinhos, você faz por fazer. Na 2 é algo doentio e que pode machucar as pessoas, são coisas que você faz sem pensar, vai no calor do momento. Já na 3, são as famosas loucuras de amor mas são saudáveis, são apenas formas diferentes das pessoas expressarem seu amor.




Waldir Pedro é jornalista e filósofo. Nasceu em São Paulo. Ainda criança mudou-se com a família para São Vicente, cidade do litoral paulista. Trabalhou no ofício de artes gráficas e, ainda jovem, montou uma livraria, que se tornou ponto de encontro de personalidades da região, principalmente poetas e intelectuais da Baixada Santista. Estudou Filosofia na Universidade de Santos e em seguida na mesma universidade tornou-se bacharel em Comunicação Social. Trabalhou no jornal A Tribuna de Santos, primeiro no Projeto Jornal-Escola (projeto desenvolvido pela empresa jornalística para estimular o uso de jornais na sala de aula) e depois ajudou no suplemento infantil. Atualmente é editor da Wak Editora, do Rio de Janeiro.

Escritor do livro "Em Busca da Transformação"

A proposta de "Em Busca da Transformação" é trazer as reflexões filosóficas para o dia-a-dia, porém, quando se fala em Filosofia, sempre temos o receio de cairmos no senso comum e baixar o nível da discussão filosófica. Para não correr esse risco, tiramos as conversas filosóficas da praça (ágora) e levamos para o campo acadêmico. Com essa obra, o autor mostra que podemos despertar nas pessoas, não acostumadas aos termos filosóficos, o prazer em iniciar uma busca pelo conhecimento. O estilo literário escolhido por Waldir Pedro faz com que a leitura seja um momento de prazer. A união entre teoria e prática é apresentada com um texto leve, carregado de sensibilidade e com uma profundidade que só os espíritos atentos compreenderão.




Georg Wilheim Friedrich Hegel foi o autor da frase “ nada existe de grandioso sem paixão” onde defendia que tudo que aconteceu de grandioso na história não poderia ter sido feito sem uma grande dose de paixão. Inúmeros eventos grandioso foram feitos desde a época antes de Georg Wilheim até os dias de hoje e o que eles tem em comum é a dedicação e paixão destinados a conclusão desses eventos. Eventos que mudaram a história como a descoberta da energia elétrica foi feita só após paixão sobre essa área.


Hegel nasceu em 27 de agosto de 1770, em Stuttgart, na Alemanha. Seus estudos foram feitos dentro de sua residência aprendendo com professores particulares e com sua mãe, até os 17 anos também ficou no colégio da região. Formou-se em Filosofia e teologia no ano de 1793 pela Universidade de Tübingen e 2 anos depois ganhou seu mestrado em filosofia. Os interesses sobre teologia do filósofo são representados pelos seus manuscritos “O espírito do cristianismo e seu destino" e “A vida de Jesus”  mesmo que os tenha abordado por visão iluminista, indicando o começo do seu pensamento dialético.

Em 1801 termina seu trabalho de doutorado e ganha licença para lecionar mas o titulo de grande professor só é obtido em 1805. Em 1806 Napoleão Bonaparte invade a sua cidade em meio a produção de uma de suas obras ( a fenomenologia do Espírito,1807), com a sua casa destruída Georg muda-se para cidade de Nuremberg onde conheceu sua esposa, Marie Helene, e com ela teve 2 filhos, Karl Friedrich e Immanuel Thomas. É um momento feliz para o filósofo mas por problemas de finanças recorre a ajuda de seu amigo Immanuel Niethammer que com ele conseguiu o cargo de redator-chefe de um jornal local, em Bamberger.

Entre 1812 e 1816 ele escreve a sua obra com maior teor sistemático, que até hoje é reconhecido pela comunidade da filosofia como um texto complexo e difícil de ler. As críticas sobre essa obra o forçam a criar a “Enciclopédia das ciências filosóficas” feita em 3 volumes que é um resumo do seu sistema filosófico.

Em 1816 vira professor da universidade de Heidelberg e pouco tempo depois realizou sua conquista de ser professor da Universidade em Berlim e lá ficou lecionando até o tempo de sua morte que foi em 1831 por conta de uma epidemia de cólera.



Contam que uma vez, se reuniram todos os sentimentos, qualidades e defeitos dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como

sempre tão louca, lhes propôs:

– Vamos brincar de esconde-esconde?

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou:

Esconde-esconde? Como é isso?

– É um jogo. explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar:

A VERDADE preferiu não se esconder. – “Para que, se no final todos me encontram?” – Pensou.

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto e a COVARDIA preferiu não se arriscar.

Um, dois, três, quatro… – Começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.

A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não conseguiu esconder-se, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos: Se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA.

Se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ.

Se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA.

Se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE.

E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo, mas apenas para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris).

O ESQUECIMENTO, não me recordo onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.998, o AMOR ainda não havia encontrado um lugar para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma rosa e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

– Um milhão! – terminou de contar a LOUCURA e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.

Depois, escutou-se a FÉ discutindo com DEUS, no céu, sobre zoologia.

Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.

Em um descuido, encontrou a INVEJA e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo.

Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA.

A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder.

E assim foi encontrando a todos: O TALENTO entre a erva fresca, a ANGÚSTIA em uma cova escura, a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava mesmo era no fundo do oceano) e até o ESQUECIMENTO, que já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, embaixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas.

Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.

Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se. Chorou, rezou, implorou, pediu e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra:

O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.


Paixão é um sentimento humano intenso e profundo, marcado pelo grande interesse e atração da pessoa apaixonada por algo ou alguém. 

A paixão é capaz de alterar aspectos do comportamento e pensamento da pessoa, que passa a demonstrar um excesso de admiração por aquilo que lhe causa paixão. 

A impulsividade, o desespero e a inquietação são outras características que costumam estar associadas ao sentimento de paixão. 

Todas as pessoas podem se apaixonar e a qualquer momento, dependendo de diversos fatores associados com os gostos, preferências e referências que cada indivíduo possui. 

Quando uma pessoa está apaixonada por outra, por exemplo, um dos principais sintomas é a intensa atração sexual e o desejo de estar na companhia desta.

Significado de Paixão

substantivo feminino

Sentimento intenso que possui a capacidade de alterar o comportamento, o pensamento etc; amor, ódio ou desejo demonstrado de maneira extrema.

Atração intensa ou movimento violento, impetuoso, do ser para o que ele deseja: paixão pela música, pelo cinema.

Atração muito viva que se sente por alguma coisa.: tem paixão pelo namorado.

Excesso de entusiasmo; emoção: afirmava sua teoria com paixão.

Adoração por alguma coisa em específico: paixão por cinema.

Algo ou alguém que causa paixão: a filha é a paixão dos pais.

Opinião fervorosa acerca de alguma coisa; fanatismo.

[Religião] Os tormentos sofridos por Jesus Cristo; o martírio de Cristo.

[Religião] Parte do Evangelho destinada à narração do martírio de Jesus Cristo.

[Por Extensão] Que denota excesso de mágoa, ressentimento ou sofrimento.

[Teatro] Qualquer encenação que se baseia no martírio de Jesus Cristo.

Etimologia (origem da palavra paixão). Do latim passio, onis "passividade, sofrimento".

A principal característica das pessoas apaixonadas é que elas passam a enxergar no outro aquilo que desejariam que ele fosse, e não o que ele realmente é. "O parceiro é idealizado e transformado em um personagem", afirma o especialista. Ele diz ainda que apesar de algumas pesquisas apontarem que a paixão dura pouco (cerca de seis meses), não é possível determinar um tempo cronológico específico, já que cada história é individual e particular.




O amor é um sentimento frequente em nossas vidas. Amamos nossa família, amigos, animais de estimação, as vezes também amamos coisas, momentos, memórias. O amor é um sentimento comum, mas ainda assim, nunca enjoamos desse sentimento e, mesmo amando diversas vezes, é difícil defini-lo em poucas palavras. Então, comecemos pelo básico.

De acordo com o dicionário:

1. Sentimento que leva uma pessoa a desejar o que se lhe afigura belo, digno ou grandioso.
2. Grande afeição que une uma pessoa a outra, ou a uma coisa, e que, quando de natureza seletiva e eletiva, é frequentemente acompanhada pela amizade e por afetos positivos, como a solicitude, a ternura, o zelo etc.; afeto, devoção.
3. Sentimento ardoroso ou passional de uma pessoa por outra, que se manifesta em forma de atração física e não implica, necessariamente, o empenho pessoal recíproco; atração que tem por base o desejo sexual.

De acordo com a filosofia:

1. Amor Eros- Definido por Platão, esse amor é ligado à ideia de desejo (desejar fortemente aquela pessoa). Na filosofia, a partir do momento que o desejo é saciado, ele some, logo, o amor também deixa de existir.
2. Amor Filos- Definido por Aristóteles, esse amor é vinculado à ideia de Alegria. Se sentir feliz com a pessoa que você compartilha a vida e os sentimentos. Significa que o amor só existe quando faz o casal feliz.
3. Amor Ágape- Considerando o pensamento cristão, o amor é feito através da renúncia. É ter uma atitude de amor com o outro sem esperar nada em troca, simplesmente renunciando pelo outro sem esperar nada

Amor e união, tem a ver?

Quando pensamos em amor, o mais comum é imaginar um casal. Mas por quê?
O prof. Eduardo explica que esse mito é recorrente em várias culturas. “Você tem, dentro da tradição judaico-cristã, a figura de Adão e Eva no paraíso. Adão era um só. Ele foi criado como ser único por Deus”.
Enquanto ser único, ele não tem a percepção de que ele precisa de outro. “Se você ler as escrituras, você vai ver que em determinado momento é Deus quem olha para Adão, vê que ele está sozinho e diz que não é bom que ele fique só”, comenta o professor.
Por iniciativa de Deus, ele cria outro ser a partir de Adão para estar junto dele.
Tanto na mitologia grega, como no pensamento cristão, você vai encontrar essa percepção: existe um ser único, esse ser não tem a percepção que ele está só (quem tem a percepção é o transcendente) e o transcendente é quem providencia a sua companhia.
Resumindo: é mais ou menos por isso que quando o homem e a mulher se unem, eles acreditam que se tornam um só.







Letra


De que vale tanta gente interessada?
De que vale tanta foto publicada?
De que vale tanta frase abençoada
Se nem eu sei bem quem sou?
Toda hora chega conversa fiada
No meu mundo, isso tudo é palhaçada
Tudo muito, mas no fundo tudo é nada
Se nem eu sei bem quem sou
Sei, 'tá tudo bagunçado em mim
Mas a verdade é que eu
Só preciso de amor
E quem não precisa de amor?
Acredito no amor
E quem acredita canta oh, oh
Sim, eu acredito no amor
Oh, oh
Sim, eu acredito no amor
De que vale tanta gente interessada?
De que vale tanta foto publicada?
De que vale tanta frase abençoada
Se nem eu sei bem quem sou?
Toda hora chega conversa fiada
No meu mundo, isso tudo é palhaçada
Tudo muito, mas no fundo tudo é nada
Se nem eu sei bem quem sou
Sei, 'tá tudo bagunçado em mim
Mas a verdade é que eu
Só preciso de amor
E quem não precisa de amor?
Acredito no amor
E quem acredita canta oh, oh
Sim, eu acredito no amor
Oh, oh
Sim, eu acredito no amor
acredito
Eu acredito
Fonte: LyricFind

Compositores: Eduardo Borges De Souza / Thiago Andre Barbosa
Letra de Acredito No Amor © Universal Music Publishing Group, Som Livre
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